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NÃO QUERO SER SEU CLIENTE!

NÃO QUERO SER SEU CLIENTE!

 

Pare pra pensar: você quer ser cliente fidelizado da polícia?

A pergunta é tão chocante que de imediato nossa resposta é NÃO! Essa ideia pode parecer ser tão triste e desastrosa que chega a ser cômica, não é mesmo?

Mas ela tem mais sentidos, significados, do que se pensa… primeiramente, vem o pensamento de que somos criminosos recorrentes, sendo presos constantemente! Ou então, um pouco diferente disso, não muito melhor, surge a situação de sermos vítimas vez por outra (quando se tem a oportunidade!). 

Nessa segunda hipótese, podemos incluir também as testemunhas, como no caso de amigas que presenciam violências contra outras amigas constantemente.

O artigo que proponho é uma reflexão sobre marca, sua representação e valor, e como chegamos à sua fidelização, aos moldes de um bom marketing; pois certamente uma consciência da marca não basta!

Nosso ponto de contato com a  “segurança pública”, como consciência da marca, em grande parte é encontrada nas mídias sociais: disputas domésticas, apreensão de drogas, prisão de estupradores, presídios com superlotação, mães que choram a perda dos filhos, esposas lamentando a morte dos maridos, sequestros, depredações, rachas, etc.

A princípio, não há como existir uma atração por essa marca, ela causa dor! Essa marca nos deixa como um sentimento de aversão… nos deixa de luto! Não tem como fidelizar com o sofrimento assim.

Contudo, a VERDADE ESTÁ ALÉM DISSO!

Há um grupo na comunidade que, além da consciência da marca “segurança pública”, se atrai fortemente por ela que é consumidora permanente dos seus produtos. A fidelização para ele faz parte da compreensão de que é corresponsáveis pela marca e também pelos seus resultados.

Esses clientes (cidadãos) participam de serviços, projetos e outras interações com voz e vez. Por exemplo, em algumas cidades, a segurança pública desenvolve estratégias que visitam pessoas que foram vítimas ou não, com o intuito de orientar e obter informações para solução de problemas locais.

Já em muitos Estados, grupos de policiais educam crianças a dizerem não às drogas (PROERD), sem contar com escolinhas de esportes e de atividades civis.

Essas pessoas participam de reuniões comunitárias, comemorações e até são homenageadas. 

Em minha opinião, esse terceiro grupo são os verdadeiros clientes da segurança pública. São os alcançados pela marca e saem em sua defesa, pois acreditam nela.

Então, que tal participar desse grupo de clientes da segurança pública? Garanto que você irá se fidelizar quando reconhecer essa marca!

Vejo você na semana que vem!

 

 


 

Vivendo de Conhecimento
João Oliveira
João Oliveira Seguir

Policial Militar há 20 anos. Especialista em Educação; Instrutor de Segurança. Ajudo pessoas a se protegerem de crimes e violências com o aprendizado de hábitos individuais e familiares, e tenham qualidade de vida! Segurança é uma questão de atitude!

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